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domingo, 8 de janeiro de 2012

Espera...

"Um dia, quando eu era; bem pequenininha mesmo, trepei em uma árvore e comi uma daquelas maçãs verdes, ácidas. Minha barriga inchou e ficou dura feito um tambor. Doeu à beça. Minha mãe disse que, se eu tivesse esperado as maçãs amadurecerem, não teria ficado doente. Agora, quando quero alguma coisa de verdade tento lembrar do que ela disse sobre as maçãs." ( O Caçador de Pipas.)


Motivo

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta. 

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento. 

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
Não sei se fico ou passo. 

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
mais nada. 

(Cecília Meireles)


** Um dos poemas mais lindos que já li!!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Folia de Reis


As canções são sempre sobre temas religiosos, com exceção daquelas tocadas nas tradicionais paradas para jantares, almoços ou repouso dos foliões, onde acontecem animadas festas com cantorias e danças típicas regionais, como catira, moda de viola e cateretê. Contudo ao contrário dos Reis da tradição, o propósito da folia não é o de levar presentes mas de recebê-los do dono da casa para finalidades filantrópicas, exceto, obviamente, as fartas mesas dos jantares e as bebidas que são oferecidas aos foliões. (wikipédia)
Sempre tive medo da famosa folia de reis, que passava pelas ruas e entrava nas casas para dar "sorte" e prosperidade durante o ano.
Hoje, essa cultura não é tão encontrada nas grandes cidades, porém em alguns lugares ainda existem grupos que vão de casa em casa para arrecadar alimentos e fazer com que a cultura não morra.
"Eles chegam tocando

Sanfona e violão
Os pandeiros de fita
Carregam sempre na mão
Eles vão levando
Levando o que pode
Se deixar com eles
Eles levam até os bodes..."


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Desculpe o auê!

"...da próxima vez eu me mando, que se dane o meu jeito inseguro. Nosso amor vale tanto, por você eu roubava os anéis de Saturno!"

Adoro Rita Lee...mas na voz da Tiê a música ficou perfeita...
Suave!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Com o tempo...

De tanto levar tombos, os joelhos da gente começam a ficar calejados e são essas cicatrizes que nos ajudam a refletir o que é melhor pra nossa vida.
Depois de um tempo, de tanto tomar porrada da vida a gente passa a dar conselhos sobre assuntos que antes pareciam tenebrosos e difíceis de entender.
E é nessa levada que passei a ser uma pessoa seletiva. Há algumas semanas atrás estava conversando com uma pessoa muito amiga e chegamos a conclusão que, depois de um tempo, com o que a própria vida faz com nossos sentimentos, passamos a ser pessoas mais frias e calculistas.
Não que eu não aceite os defeitos alheios, mas tem coisas que não consigo mais passar por cima pelo simples fato de que quero ter alguém pra trocar emoções.
Digo isso tanto no amor, quanto na amizade, no trabalho...
Acho que o tempo vai passando, e com o amadurecimento natural paramos de suportar.
É o chamado tempo de maturação, depois dele passamos a refletir mais...
É engraçado, porque até algum tempo atrás, eu simplesmente "fechava os olhos" pra certas coisas, e hoje apenas corto relações.
Chega uma hora que devemos deixar de ser rascunhos pra ser arte final.



"Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você." (Mário Quintana)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

“Não me prendo a nada que me defina! Sou companhia mas posso ser solidão… tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio! Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer. Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato… ou toca, ou não toca!”
(Clarice Lispector)


Por que tudo tem que ser do jeito que as pessoas querem? Elas querem manipular ou simplesmente se satisfazer as custas do esforço alheio?
Não entendo, definitivamente não entendo.
Em umas de minhas "promessas" de ano novo, desejei intensamente tirar do meu caminho pessoas que não acrescentam. Aquelas que só estão perto de mim quando precisam tirar algo. Não falo de algo material, digo de energia, oportunidades e ideias.
Também não sou assim um poço de coisas boas...mas o pouco que tenho é meu!


E que nesse "novo recomeço"  que eu não perca a sensibilidade para perceber quando já não dá mais, ainda que exista uma longa estrada pela frente, que eu não perca a percepção de que a caminhada terminou. E pra ser perfeito, que eu me ame mais e me torture menos. (Camila Heloíse)


Deixar ir, como vento, como água de rio.
Soltar, como solta areia, como solta pássaro.
Quando somos crianças, nos agarramos desesperadamente a tudo que querem de nós tirar, com o tempo aprendemos que o desespero momentâneo passa e que as coisas que realmente são nossas nunca se vão pra sempre.
Aprendemos também sobre a lei do "bate-volta", e também sobre a abundância que é essa coisa chamada vida.
Aí, deixamos ir, como a folha sob a água do riacho. E ao invés de lamentar, aprendemos pular na água e nadar.
Afinal, não há música na vida que não possamos aprender dançar.









Começo de novo ano, começo de novas palavras!

Tudo que começa, começa em branco.
Passar o ano novo de branco significa paz...mas antes disso mostra que tudo está em branco de novo. Tudo está lá sem nenhum rabisco para novas palavras, novas oportunidades, novos pensamentos e novos dias...
Espero que 2012 venha com muitas alegrias...cheio de palavras novas!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Palavras apenas...

Porque escrever é um ato que não se explica em um dicionário, é algo que deixa transparecer a alma da gente.
Escrever, soltar palavras em um papel, passar para o concreto tudo de abstrato que existe dentro de nós é a maneira mais singela de materializar os pensamentos.
Hoje eu escrevo porque minha alma precisa ser exposta, porque as palavras nascem de um duelo entre o meu "eu-interior" e o que quero que o mundo saiba sobre mim.
Palavras são tudo para mim. Com elas eu falo, escrevo, trabalho...vivo!
São como borboletas que voam diretamente aos olhares de quem as lê. São como filhos que depois de jogados ao mundo nunca mais serão apenas nossos...!





"Palavras apenas, palavras pequenas, palavras...ao vento!" (Cássia Eller)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

As Estrelas

"(...) Todos olhamos o céu cheio de estrelas. De repente, lembrei também de uma aula que tive, quando olhei no microscópio. O professor pôs um pedaço de vidro, com uma manchinha, no microscópio. Olhando a manchinha, a gente não dava por ela. Mas, no microscópio, deu pra ver tantas coisas que eu nem poderia descrever. O microscópio aumentava a mancha tanto, tanto, que a gente descobria um mundo lá dentro! Olhando as estrelas de longe, eu pensei : "E se eu tivesse um microscópio para observar as estrelas? Quer dizer, um telescópio?" De longe, elas parecem todas iguais, mas, chegando perto, acho que eu descobriria as diferenças de cada uma.Quem sabe, uma é torta. Na outra, falta um pedaço. A outra é mais apagada. A outra tem um brilho especial.

Estrelas, estrelas, estrelas! Pensei muito nelas. Talvez elas sejam como a gente. Quando olho pras pessoas que não conheço direito, parece que está bem, que tudo está certo. Que só eu, minha irmã e meus pais temos problemas tão difíceis. Que a vida dos outros é tranquila. Que todos são iguais, como as estrelas que a gente vê de longe. Mas, se a gente se aproxima, como quando olhei a mancha no microscópio, ah, nem se fala! É outra história. Cada mancha é diferente. Cada estrela é especial. Quando as estrelas entraram pela janela, foi nisto que pensei. 'Que a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas.' "
(Walcyr Carrasco, em: Estrelas Tortas)






quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Novas Palavras...

Enfim...voltei!

Mas não é uma volta qualquer, dessas que se decide assim em minutos. É uma volta que decidi por dias e dias.
Estava a ponto de desistir do blog, e deixar que minhas ideias não passassem de pensamentos inacabados e que por fim terminassem como tudo que vinha acontecendo em minha vida; em absolutamente nada.
Peraí, já que voltei e essa foi uma decisão feliz, vamos começar esse post com alegria...e principalmente com renascimento.Com ideias borbulhando na minha cabeça, com o coração cheio de alegria e com a alma mais limpa do que nunca.
Nas últimas semanas tive problemas demais, que agora não vem ao caso...porém foram problemas que de uma forma ou de outra tiraram minhas energias; e mente descarregada é mente que não pensa direito.
Portanto, essa é a justificativa que tenho pra tantos dias sem postar nada. Minha cabeça não tinha nada além de problemas e o intuito desse blog não é passar problemas a ninguém. Muito pelo contrário, é sim, passar o que tem de mais limpo na minha alma. A POESIA.
Algumas coisas a gente acaba aprendendo na marra com o que acontece na vida, e uma delas é aprender a se podar. Como? Simples. Todo ano tem uma  fase que temos que podar as plantas, as árvores para que na Primavera elas venham mais bonitas, floridas e fortes.
É assim que acontece conosco. Devemos aproveitar essa fase de problemas para nos "podar" e tirar algumas partes importantes da nossa vida para que outras nasçam mais bonitas, floridas e fortes.
Estou aqui, "podada" porém mais viva e florida do que nunca.

"E se somos Severinos iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual, mesma morte severina:
que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia..."
(Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto)


quarta-feira, 6 de julho de 2011

Já sei dizer que o amor pode acordar


Nos últimos dias tenho escutado várias vezes a mesma música. Dizem que quando isso acontece é que ela quer nos dizer algo. Eu não acredito muito nisso não, porém a melodia é linda e a poesia é espetacular.
Resolvi aqui compartilhá-la com vocês!
Espero que gostem! 

Música: Quando assim - Núria Mallena
Quando eu era espera
Nada era, nem chovia
Nem fazia
Só sentir que a calma
Não acalma
Quando só há solidão

Quando eu era estrela, era inteira
Na mentira que eu dizia
Ser o que não era convencia
Dentro da minha ilusão

Quando eu fui nada
Faltou nada, tudo pronto pra escrever...

Eu não sabia buscar
Foi quando apareceu
O que eu quis inventar
Pra preencher o meu
Mundo particular

No peito que era seu
No seu mundo não há
Mais nada que não eu
Já sei dizer que o amor
Pode acordar


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Momento Zen

Céu nublado, dia sem cor, frio, café forte e PALAVRAS.
Uma música calma para um momento "zen". 


Vanessa da Mata - As Palavras

Deficiências

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. 
"Louco"
 é quem não procura ser feliz com o que possui. 
"Cego" 
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. 
"Surdo"
 é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. 
"Mudo"
 é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. 
"Paralítico" 
é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. 
"Diabético"
 é quem não consegue ser doce. 
"Anão"
 é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: 

"Miseráveis"
 são todos que não conseguem falar com Deus. 


"A amizade é um amor que nunca morre. "  

Mário Quintana

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Chicas

Pra quem ainda não conhece essa banda, chama-se "Chicas".
Pra quem conhece...aprecie-as!

"...de uma coisa fique certa, amor. A porta vai estar sempre aberta, amor. Meu olhar vai dar uma festa na hora que você chegar..."(Accioly Neto)





terça-feira, 14 de junho de 2011

Pois as águas... fecham o verão!

"É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada..."
Simplesmente Perfeita!
Elis Regina Carvalho Costa...

sábado, 4 de junho de 2011

O poder das palavras!

"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara." (José Saramago)

"Tão longe estamos do mundo que não tarda que comecemos a não saber quem somos, nem nos lembramos sequer de dizer-nos como nos chamamos, e para quê, para que iriam servir - nos os nomes, nenhum cão reconhece outro cão, ou se lhe dá a conhecer, pelos nomes que lhes foram postos, é pelo cheiro que identifica e se dá a identificar, nós aqui somos como uma outra raça de cães, conhecemo-nos pelo ladrar, pelo falar, o resto: feições, cor dos olhos, da pele, do cabelo; não conta, é como se não existisse, eu ainda vejo, mas até quando". (Ensaio sobre a cegueira - José Saramago)



Mude suas Palavras!
Mude o seu Mundo!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aquilo que ninguém consegue explicar...

Hoje estou pensando muito em muitas coisas que fazem parte da minha vida...
Não são coisas mesquinhas nem imperceptíveis...são situações concretas que por muitas vezes deixam de ser e fazer parte da nossa rotina num piscar de olhos.
O que pode se dizer do amor?
Não digo só o amor pelo trabalho, amor pela natureza e muito menos amor com máscara de paixão.
Digo amor incondicional... daquela pessoa que sempre te amou, desde seu primeiro instante na terra...amor comparado ao amor de Deus...o amor de pai e de mãe.
Hoje tenho metade desse amor comigo, a outra já se foi...e essa parte que se foi continua me causando imensa saudade.
"Saudade palavra triste quando se perde um grande amor!"
Saudade é quando os olhos procuram no vazio algo que se sabe que não vai mais encontrar. Saudade é quando você abre a porta e o cheiro ainda existe.
É lembrar sempre do último abraço e das últimas palavras. É se arrepender de não ter dito. E se arrepender do que disse.
Saudade é nunca mais voltar no tempo e ainda querer. É não existir mais a presença e ainda insistir. É não conseguir engolir, não conseguir respirar sem doer o peito.
É não poder mais dividir coisas pequenas e indivisíveis.
Não realizar mais sorrisos, nem milagres. Não querer ser mais o primeiro, nem o orgulho.
Saudade é quando o amor não é mais incondicional. É quando algumas coisas simplesmente perdem o sentido.
E quando todos os espaços pequenos, ficam grande demais...


"...e o inferno talvez seja isso, a impossibilidade de mudar alguma situação. E quando as pessoas morrem já não há mais o que dizer, porque mortos não podem perdoar, mortos não podem sorrir, mortos não podem amar, nem tampouco ouvir de nós que nós os amamos" 
(Padre Fábio de Mello)

Ainda bem que um dia eu tive você em minha vida. E o que vivemos nem o tempo vai conseguir apagar!

Ela

"...Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? 
Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar.
Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera?
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. 
A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente. 
Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”
 (Caio Fernando Abreu)


segunda-feira, 30 de maio de 2011

Cuida bem de mim...

Galera, voltei com força total agora...

E o post de hoje é totalmente dedicado ao meu amado e inspirador: Nando Reis.

(meu "muso" inspirador...rsrsrs)

Porém, a música que escolhi não de sua autoria. Apesar de ter inúmeras músicas de ótima qualidade, a de hoje apenas é interpretada por ele. A canção apresenta melodia suave e letra marcante. Sem contar que na voz de Nando Reis ficou maravilhosa.

Pra vocês...

Muito Estranho (composição: Dalto)


"...cuida bem de mim, então misture tudo dentro de nós...porque ninguém vai dormir nosso sonho..."

PERFEITA!!!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Retorno...

Faltando um dia para completar um mês sem postagens, volta a Mariolla ao seu vício diário: "o blog".


Muitas mudanças aconteceram e ocuparam integralmente meu último mês. Pintura em casa, reta final do projeto para o processo seletivo do mestrado, aulas na rede pública estadual, estudos da língua portuguesa, inglesa e espanhola...e muita, muita correria.


Pois bem, estou de volta e ponto. Já me acostumei com as mudanças e pretendo seguir com elas.



A vida é um dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ªfeira...
Quando se vê, passaram 60 anos...
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem - um dia - uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
seguia sempre, sempre em frente ...
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

Mário Quintana (In: Esconderijo do Tempo)